Todas as grandes obras de arte foram e
serão sempre filhas do silêncio, da reflexão, da interioridade.
Ideias, percepções, lampejos, reclamam silêncio, interiorização.
O barulho, a correria e a dispersão afogam os artistas,
assassinam os pensadores e atrapalham os Santos.
No início, o mundo era bom.
Deteriorou-se aos poucos, porque o silêncio foi desterrado…
Senhor, rezo pelos homens cansados.
Rezo para que se cansem, um dia,
de serem barulhentos, dispersos, não criativos.
Eu acredito na bondade, no bem, na simplicidade, na vida.
DISTRIBUIR SILÊNCIO E ALEGRIA
é plantar canteiros de eternidade
nos caminhos de cada dia.
R. Schneider,
in O silêncio que eu perdi
Ir. Maria dos Anjos, p. m.
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